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Países do Mercosul criam rede de investigação em biomedicina

Por Agência Fiocruz

O ano de 2012 será marcado pela concretização do projeto da primeira rede de investigação em biomedicina do Mercosul, com a participação de institutos dos quatro países do bloco sul-americano. A iniciativa é parte do projeto regional Investigação, Educação e Biotecnologia Aplicadas à Saúde, e é financiada em grande parte pelo Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), órgão para a redução das assimetrias regionais do território. O Brasil entrará com a experiência da Fiocruz, enquanto a Argentina será representada pelo Instituto de Investigação em Biomedicina de Buenos Aires (Conicet-Max Planck), vinculado ao Leia o resto deste post

Reconhecendo e reagindo ao burnout laboral

Por Dr. Ewerton Medeiros

Falar em estresse no trabalho está na moda há muitos anos. Inclusive, muitos de nós julgamos que já estivemos “estressados” por culpa da rotina laboral, embora poucos realmente conheçam os critérios mínimos para se atribuir este estado. Porém, muito mais difícil de ouvir falar ou de se auto-diagnosticar no trabalho é a síndrome de burnout. Os poucos que já leram algo sobre este diagnostico costumam o interpretar como  Leia o resto deste post

Caiu na rede é paciente!

Por Istvan de Camargo

Uma das facetas mais impressionantes da internet nos dias de hoje é o poder que foi transferido aos seus usuários. Ou seja: pessoas comuns que – como você nesse momento – utilizam a internet todos os dias.

Todo mundo pode se manifestar hoje sobre praticamente todo e qualquer assunto – a menos que você viva em países como a Leia o resto deste post

A informação é essencial

Por Luara Spinola

Fazer deste espaço um ponto de conexão possibilitando a reflexão através da informação e a troca de conhecimento é uma grande oportunidade.

Todo e qualquer indivíduo que se interessa por um determinado assunto e, consequentemente, busca formas de suprir esse interesse, se torna um usuário de informação. Essa busca incessante do produto informação é uma necessidade de cada um de nós, que trabalha em sociedade.

Já o sentido dado à informação por este usuário pode ser traduzido através da interpretação da mensagem e do seu significado, ou seja, o usuário pode interpretar a informação recebida de acordo com sua interação social, ato, ideia ou grupo de pessoas e objeto de referência e/ou através da significação subjetiva por sua experiência pessoal passada, bem como pelos seus significados interiorizados culturalmente definidos. Interferem também no sentido da informação as intenções deste usuário, o que ele pretende fazer, aonde pretende chegar e como irá agir.

Como afirmam Rouse e Rouse no livro “Human information seeking and design of information systems. Information Processing and Management”, de 1984, a lógica básica por trás dessa perspectiva centrada no usuário é que os sistemas de informação devam ser modelados de acordo com o usuário, com a natureza de suas necessidades de informação e com seus padrões de comportamento na busca e no uso da informação, de modo a maximizar sua própria eficiência.

E como gerar sistemas centrados nos usuários se os usuários não seguem linhas únicas de raciocínio e muitas vezes não sabem o que querem? “O ser humano move-se na vida questionando, encontrando barreiras, deparando-se com dilemas, envolvendo-se em confusões, sonhando, indo à procura de algo, lidando com desordens, passando o tempo, descansando, recuperando-se ou buscando felicidade”. Isso, dentro de uma realidade que é repleta de descontinuidades. É o que relata Carter no estudo “Discontinuity and communication”, de 1980.

Quando misturamos a complexidade do fluxo da informação com o interesse simplificado do usuário, diante do desconhecimento técnico de assuntos relacionados a saúde, ganhamos uma empolgante área de exploração. A saúde é vital, e a informação é essencial.

São muitos envolvidos nos processos de atenção à saúde, cada um com uma necessidade, interesse e conhecimento. E nem sempre o que é falado é o mesmo que é compreendido, registrado, transmitido, integrado, recuperado, interpretado… já imaginou como a informação muda uma vida?

Espero que, além de orientar o usuário da informação, possamos utilizar este espaço para analisar os pontos de conexões entre estes usuários, buscando maior convergência nas relações e melhorias dos fluxos comunicativos.

Nosso destino final: registrar conhecimentos modificadores no indivíduo e no seu contexto de saúde.

Clique aqui e leia todos os texto da Colunista LUARA SPINOLA

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