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Os Benefícios e as Competências
Publicado por Mais Pela Saúde
Por Victor Barcellos
Os Benefícios que as organizações disponibilizam aos seus colaboradores contribuem para o aumento da remuneração total com menores custos. Assim um benefício com custo de R$ 100,00, se fosse feito através de aumento de salário, traria uma despesa adicional em contribuições de cerca de R$ 90,00 e se, o colaborador fosse comprar no mercado este mesmo benefício, sem a economia de escala proporcionada pela aquisição coletiva, teria um custo superior a R$ 200,00.
Ao utilizar estes benefícios, o colaborador pode também adquirir uma série de conhecimentos, que o qualificam nos cuidados com a sua saúde. Esta experiência Leia o resto deste post →
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Tags: benefícios, colaborador, funcional, mais pela saúde, PBM, prevenção, recursos humanos, saúde
O melhor lugar para se estar é… no futuro
Publicado por Mais Pela Saúde
Por Victor Barcelos
O setor de assistência á saúde, seja nas corporações ou nas empresas de medicina supletiva, tem apresentado notável amadurecimento ao longo destes anos.
O cenário é cada vez mais complexo, com tecnologias caras, órgãos reguladores e com mudanças no perfil assistencial (de endêmicas para crônicas) forjou o desafio. Em busca de perpetuação, a gestão – assim como em outros segmentos – se aprimorou. Leia o resto deste post →
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Tags: Funciona, futuro, mais pela saúde, prevenir, saúde
2012. Um ano melhor ainda para se fazer mais pela saúde
Publicado por Mais Pela Saúde
Por Victor Barcelos
2012 chegou. As pessoas reavaliam projetos e traçam planos e pessoalmente tenho a convicção que será um ano para se fazer mais pela saúde, pelos desafios a vencer: Leia o resto deste post →
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Saúde, Assistência Médica e Informação
Publicado por Mais Pela Saúde
Por Victor Barcellos
“É ousar saber quem se é para poder repensar a vida e tornar-se quem se pode ser”
Eduardo Gianetti
Frequentemente percebo o uso da palavra ‘‘Saúde” quando se quer dizer “Assistência Médica”. Assim como a área de tecnologia firmou um neologismo que nos ajudava a diferenciar software de hardware, explicando que o primeiro era o que você pode xingar e o segundo chutar, assim paralelamente, se diz que Saúde não tem preço e que Assistência Médica tem custo.
Essa mistura de conceitos pode nos levar a uma visão reducionista e a acreditar que para atingir um estado de completo bem-estar físico, mental e social precisaríamos exclusivamente de atendimentos médico-hospitalares. Os recursos e a intervenções de natureza médico-curativa são certamente necessários, mas não suficientes.
Principalmente tendo em vista o perfil de morbimortalidade da população; a transição demográfica, epidemiológica e nutricional; o aumento dos custos na assistência à saúde e os potenciais impactos das ações de promoção e prevenção, torna-se de extrema relevância a informação em saúde.
Hoje, os sistemas de saúde utilizam as informações para analisar e melhor compreender e proporcionar um caráter atualizante a esse modelo, que teve um caráter revolucionário, quando adotou uma lógica mutualista e um sistema supletivo, há quase 5 décadas.
Estruturado na assistência e no tratamento de doenças ,respondia as necessidades endêmicas e de acesso. O sistema de saúde tem hoje outra demanda: a integralidade do cuidado visando a promoção da saúde.
No setor suplementar, a ANS tem buscado estimular as operadoras de planos de saúde a repensarem a organização do sistema de saúde visando contribuir para mudanças que possibilitem sair do modelo hegemonicamente centrado na doença, em procedimentos e baseado na demanda espontânea, para um Modelo de Atenção Integral à Saúde, no qual haja incorporação progressiva de ações de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças.
Como toda mudança, essa também exige inteligência, conhecimento e uma quantidade de incerteza.Para essa nova revolução, dependemos muito mais da habilidade de eliminar perplexidades e adaptar-se às circunstancias do que da capacidade de reagir instintivamente.
E, com ações preventivas, que, por sua vez, baseiam-se no conhecimento epidemiológico de doenças e agravos específicos, e com a implementação de programas para promoção da saúde e a prevenção de riscos, vulnerabilidades e doenças , podemos alcançar vários objetivos, como qualificar a gestão em saúde, através de um modo de produção do cuidado centrado nas necessidades dos indivíduos e, ao mesmo tempo, racionalizar os custos assistenciais.
A mudança caminha de forma lenta. Quem faz sente os resultados, quem não faz ou não conhece acha que não funciona, não cura todos os males.
Recentemente uma consultoria reconhecida publicou uma “Pesquisa mostra panorama da saúde no Brasil” com informações sobre a área de saúde no Brasil e em vários países, que revelou um consumidor mais consciente, ativo e com acesso a informação para melhorar suas escolhas.
http://saudeweb.com.br/24995/pesquisa-mostra-panorama-da-saude-no-brasil/
Os números apresentados podem melhorar, principalmente quando o assunto são os medicamentos, pois apenas 40% dizem que tomam medicamentos com prescrição regularmente. Aperfeiçoar esse processo é um ponto importante na melhora da qualidade de vida.
Para enfrentar os problemas de saúde existentes em uma coletividade precisamos de informações.
A descoberta da realidade muda o paradigma.
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O impacto das DCNT
Publicado por Mais Pela Saúde
Por Victor Barcelos
O Ministério da Saúde instituiu um do Plano de Ações Estratégicas (2011-2020) para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil. Preocupado com o impacto das DCNT na qualidade de vida e nos custos de saúde e a possibilidade de reversão deste quadro por meio de intervenções amplas e custo-efetivo para a promoção da saúde, para a prevenção de doenças e redução de seus fatores de risco, além da melhoria da atenção à saúde, detecção precoce e tratamento oportuno.
De fato, no Brasil, os processos de transição demográfica,epidemiológica e nutricional, a urbanização e o crescimento econômico e social contribuem para o maior risco da população ao desenvolvimento de doenças crônicas, que já constituem o problema de saúde de maior magnitude e correspondem a cerca de 72% das causas de mortes, com destaque para as doenças do aparelho circulatório (30%) e as neoplasias (15,6%) (Schmidt etal, 2011).
As camadas mais pobres da população e grupos vulneráveis, como os idosos e a população de baixa escolaridade e renda são os mais atingidos. Uma grande porcentagem das DCNT é passível de prevenção pela redução de seus fatores de risco principais: consumo de tabaco, sedentarismo, uso do álcool e alimentação não saudável (Malta et al, 2006).
As DCNT exercem uma carga em termos de sofrimento humano e inflige sério dano ao desenvolvimento humano em ambos os setores, social e econômico, e as mortes e incapacidades tem crescido, demandando intervenção imediata.
A carga de DCNT cresce rapidamente e tem sido acelerada pelos efeitos negativos da globalização, urbanização rápida, pelo aumento da vida sedentária e alimentação com alto teor calórico,além do marketing do tabaco e do álcool.
A prevalência de DCNT e o número de mortes têm expectativa de aumento substancial no futuro, devido ao crescimento e envelhecimento populacional, em conjunto com as transições econômicas e as mudanças do comportamento e dos fatores de risco ocupacionais e ambientais.
No Brasil, do total de mortes ocorridas em 2007, 58% foram atribuídos às doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, diabetes e câncer (Schmidt et al, 2011), as quatro DCNT priorizadas no Plano de Ação 2008–13 da OMS para DCNT.
Cabe ressaltar que o tratamento para diabetes, câncer, doenças cardiovasculares e doença respiratória crônica podem ser de curso prolongado, onerando os indivíduos, famílias e os sistemas de saúde.
Os gastos familiares com DCNT reduzem a disponibilidade de recursos para necessidades como: alimentos, moradia, educação, dentre outros.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que, a cada ano, 100 milhões de pessoas são empurradas para a pobreza nos países em que tem que pagar diretamente pelos serviços de saúde (WHO, 2010c).
No Brasil,mesmo com a existência do Sistema Único de Saúde (SUS), gratuito e universal, o custo individual de uma doença crônica ainda é bastante elevado,em função dos custos agregados, o que contribui no empobrecimento das famílias.
As DCNT, por exemplo, estão entre as principais causas de internações hospitalares.
Análises econômicas da OMS (Organização Mundial de Saúde) sugerem que cada 10% de aumento em DCNT está associado a uma diminuição de 0,5% nas taxas de crescimento econômico anual no Brasil (Stuckler D, 2008).
Já a análise do banco econômico mundial estima que países como Brasil, China, Índia e Rússia perdem mais de 20 milhões de anos produtivos de vida anualmente devido às DCNTs (World Economic Forum,2008).
A instituição do Plano de Ações Estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil é o reconhecimento de que tais doenças são as principais causas de mortes no mundo, tendo gerado um elevado número de mortes prematuras, diminuição da qualidade de vida com alto grau de limitação nas atividades de trabalho e de lazer, além dos impactos econômicos para as famílias, comunidades e para a sociedade em geral, agravando as iniqüidades e aumentando a pobreza. Já são reconhecidos os esforços do país na organização da Vigilância de DCNT, ações de promoção da saúde, prevenção e controle destas doenças.
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O peso da saúde no bolso dos brasileiros
Publicado por Mais Pela Saúde
Por Victor Barcellos
Os remédios consomem uma grande parte do orçamento dos brasileiros. Diferentes estudos mostram que os medicamentos pesam mais no bolso dos cidadãos do Brasil do que na maioria dos países do mundo. Ao reunir esses dados conseguimos traçar esse panorama e encontramos números interessantes como o divulgado pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (INTERFARMA) que mostra que os consumidores no Brasil pagam quase 80% dos gastos totais no país com medicamentos, uma das taxas mais altas do mundo.
Em estudo realizado pelo IBGE, os gastos com saúde aparecem em terceiro lugar dentre os gastos familiares sendo que, entre as famílias de baixa renda, os medicamentos representam 61% desses gastos. Mas os dados veiculados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde, o CONASS vão além: 52% dos brasileiros interrompem o tratamento por falta de dinheiro e 51,7% das pessoas que necessitam de tratamento têm dificuldades para obter os medicamentos.
Esses números nos fazem compreender a importância e a necessidade de uma assistência farmacêutica nos moldes da assistência supletiva (médica e odontológica) que garante acesso aos melhores recursos disponíveis a milhões de brasileiros. É preciso transpor os acertos desse modelo para mudar a realidade e os números das próximas pesquisas.
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Publicado em Orientação e Prevenção, Victor Barcellos
Tags: gastos com a saúde, números, panorama, pesqui



